Como o Web Summit Rio cria um momento único na cidade

Web Summit Rio 2026: entenda por que a experiência mais valiosa do evento pode acontecer fora do Riocentro, entre encontros, negócios e networking.
João Pedro Gasparian / oclb

Quem esteve no Web Summit Rio na semana passada provavelmente percebeu que um grande evento nunca fica restrito ao espaço onde acontece.

Em sua quarta edição carioca, o Web Summit voltou a mostrar que funciona como um ponto de convergência para uma semana de encontros e negócios do mercado de inovação e tecnologia pela cidade.

Assistir às palestras e circular pelos corredores continua sendo uma parte importante da experiência. Mas, como comentamos neste post na semana passada, tão interessante quanto a programação do evento é observar tudo o que acontece ao redor dela.

O Web Summit Rio 2026 bateu seu recorde de público, reunindo mais de 40 mil participantes de mais de 100 países.

E o fluxo de viajantes não vem apenas de fora do Brasil.

Nesta edição, guiamos um grupo de empresários e empreendedores em parceria com Sebrae Goiás. Desenhamos a imersão carioca desses profissionais para ir além do Riocentro, com visitas aos escritórios da Rock World, da beOn Claro e ao Maravalley. Como resumiu um dos participantes do grupo: “Aqui é o epicentro de tudo”.

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Com o grupo da Missão Empresarial de Sebrae Goiás no Web Summit Rio

Durante essa semana, o Rio se transformou em um raro ponto de encontro para profissionais, empresas, investidores e empreendedores que dificilmente estariam reunidos no mesmo lugar em outro contexto.

A quantidade de side events (eventos paralelos) ajudam a ampliar ainda mais essa experiência.

Antes mesmo do Web Summit começar, o Maravalley recebeu uma festa de aquecimento e o Prefeito do Rio apresentou um jantar como abertura oficial para convidados VIPs e autoridades no Palácio da Cidade.

Já na quarta-feira, estivemos na Orange Hour, do Itaú BBA. Realizado na sede da CBF, o encontro incluiu uma visita ao Museu da Seleção Brasileira e uma excelente palestra sobre futebol e negócios com Fábio Coelho, presidente do Google Brasil.

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Fábio Coelho na Orange Hour de Itaú BBA

No mesmo dia, o Museu de Arte Moderna do Rio recebia outro evento promovido pelo Itaú Empresas, desta vez com Michel Alcoforado.

Isso sem contar o Night Summit (e o Late Night Summit), que estendem o happy hour oficial para bares e restaurantes da cidade, além dos inúmeros encontros fechados entre investidores, startups e executivos que acontecem paralelamente ao evento.

Por isso, talvez a pergunta mais interessante não seja se vale a pena participar do Web Summit.

Mas sim, como potencializar a jornada de sua marca na semana do evento de forma a aproveitar não só a conferência, mas também visitas em empresas, jantares com clientes e tudo que a cidade passa a concentrar durante esses dias.

São poucas as ocasiões em que tantos players do mercado compartilham o mesmo lugar ao mesmo tempo, com espaço na agenda e disposição para novas conexões.

É isso que transforma a semana do Web Summit em algo maior do que a sua programação oficial.

E já é um bom motivo para reservar um espaço na agenda do próximo ano.

Nós estaremos lá.